Funcionário judicial de Fafe que era “toupeira” do Benfica expulso do Tribunal de Guimarães

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A inclusão de Vieira na investigação traz uma nova dimensão às suspeitas de conluio entre figuras do clube e funcionários judiciais. Gonçalves foi condenado por corrupção ativa com uma pena suspensa, após os juízes desembargadores confirmarem a decisão da primeira instância. Em troca de bilhetes para jogos e acesso privilegiado no Estádio da Luz, Silva partilhava informações com Paulo Gonçalves, ex-assessor jurídico do Benfica. O processo ‘E-Toupeira’ trouxe a público as práticas de José Augusto Silva, que, segundo vários testemunhos e provas judiciais, acedia ilegalmente a processos de investigação que envolviam o Benfica.

A garantia de condições de trabalho adequadas é tão mais necessária, defende o Presidente do STJ, por ser nos Tribunais da Relação que, na maioria dos processos, se profere a última decisão judicial. “Apesar de lhes ter sido reconhecida autonomia administrativa, continuam por criar instrumentos de apoio que permitam às presidências exercer plenamente as suas competências e aos Senhores Juízes Desembargadores dedicar mais tempo à reflexão e à preparação das decisões”. Ao inscrever-se, concorda e reconhece as práticas de dados na nossa Política de Privacidade.

O TRG desempenha um papel central e de última linha na estabilização da jurisprudência, sendo a entidade responsável pela apreciação e julgamento dos recursos interpostos sobre as decisões que são tomadas nos tribunais de primeira instância da respetiva comarca.

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A parceria entre o Vitória de Guimarães e o fundo V Sports, detentor de 29% da SAD, está bloqueada pela UEFA até outubro de 2024, revelou o presidente do clube da I Liga portuguesa de futebol, na quinta-feira. António Miguel Cardoso, presidente do Vitória Sport Clube, revelou que o clube de Guimarães não pode contactar com a V Sports, que é dona do Aston Villa, da Premier League, deixando a dúvida em relação ao que a UEFA faz, por exemplo, com o Manchester City e o Girona, detidas pelo https://tribunasportsbar.pt/ mesmo grupo V. Guimarães vai convidar 40 sócios para os jogos no D. Essa resolução indica, no artigo 22.º, que «a prática de atividade física e desportiva, em contexto de treino e em contexto competitivo, incluindo a I Liga de futebol profissional, pode ser realizada sem público, desde que no cumprimento das orientações definidas pela DGS».

  • O Tribunal Arbitral do Desporto (TAD) anulou o castigo de 75 dias aplicado pelo Conselho de Disciplina (CD) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) ao presidente do Vitória de Guimarães, António Miguel Cardoso, numa decisão arbitral esta terça-feira publicada.
  • O arguido recorreu para a Relação de Guimarães, pedindo a absolvição ou a redução da pena, por em causa estarem armas e munições alegadamente inoperacionais e em perigo real.
  • Fizemos um grande jogo, penso que merecíamos mais do que aquilo que tivemos, mas, bem, é como dizemos sempre, estamos contra todos.
  • A defesa do arguido anunciou que vai interpor recurso da decisão.

Teríamos ido com o jogo empatado e com mais um jogador para o intervalo”, disse então. Nessa declaração, o presidente do Vitória criticou o árbitro João Pinheiro por atribuir cartão amarelo ao benfiquista Sudakov após falta sobre Samu e vermelho ao vitoriano Fabio Blanco após falta sobre Leandro Barreiro, no jogo com o Benfica, da 10.ª jornada da I Liga, em que os vimaranenses perderam por 3-0, em 1 de novembro de 2025. “Acordam os árbitros que compõem este colégio arbitral em julgar a presente ação arbitral procedente e, em consequência, anular a decisão final de condenação proferida pelo CD da FPF em 11 de dezembro de 2025”, lê-se. Após suspender a decisão da FPF, que incluía ainda uma multa de 8.568 euros, na sequência da providência cautelar interposta pelo dirigente em 16 de dezembro de 2025, o órgão deu razão ao presidente dos vimaranenses, conforme indica o documento assinado em 3 de março pelo presidente do Colégio de Árbitros a cargo do processo, Luís Brás. O Tribunal Arbitral do Desporto (TAD) anulou o castigo de 75 dias aplicado pelo Conselho de Disciplina (CD) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) ao presidente do Vitória de Guimarães, António Miguel Cardoso, numa decisão arbitral esta terça-feira publicada.

A direção liderada por André Villas-Boas, que promoveu o regresso de Jorge Costa ao clube, quando foi eleito presidente, incluiu os adeptos nas homenagens ao antigo defesa central dos dragões. Todos os jogadores entrarão com os números elevados ao quadrado no jogo desta noite #E2ERNO A defesa do arguido anunciou que vai interpor recurso da decisão.

As autoridades de saúde não vão permitir a presença de sócios convidados na tribuna presidencial nos jogos em casa do Vitória de Guimarães, segundo informou esta sexta-feira a Administração Regional de Saúde do Norte (ARS Norte). Não seja apanhado fora de jogo, subscreva a nossa newsletter! “Felizmente, as decisões judiciais são produzidas por mentes humanas, críticas e atentas, de juízes com carreiras de décadas, experimentados no que fazem e (também) com literacia informática, que não deixam passar em claro uma situação tão aberrante”, sustentam os juízes. O arguido recorreu para a Relação de Guimarães, pedindo a absolvição ou a redução da pena, por em causa estarem armas e munições alegadamente inoperacionais e em perigo real. Em causa está um processo por crime de detenção de arma proibida, julgado em primeira instância no Tribunal de Fafe e que resultou na condenação do arguido a pena de multa de 1.200 euros. Dizem que o advogado em causa citou excertos de seis alegados acórdãos daqueles tribunais superiores “que não estão publicados na fonte indicada pelo recorrente nem em qualquer outra”.

Correio da Manhã

A decisão agora efetivada causou mal-estar entre os colegas, que questionam a concessão de novas responsabilidades a alguém condenado por corrupção passiva. A decisão teve o apoio do juiz-presidente do tribunal e da procuradora do Ministério Público local, instituição que, ironicamente, foi a responsável pela acusação de José Augusto Silva. O funcionário foi condenado por corrupção por ter passado informações ao Benfica sobre os processos do clube, mas será agora promovido. Em troco, recebia benefícios relacionados com o clube ‘encarnado’, como bilhetes e camisolas. A recente promoção de José Augusto Silva, que chegou a estar detido no contexto do processo ‘E-Toupeira’, é vista com apreensão e desconforto por muitos dos seus colegas, que contestam a legitimidade e as consequências éticas desta decisão.

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